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IEFP estuda recrutamento de formadores através da Plataforma Eletrónica da Educação PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 10 Setembro 2012 06:49

O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) está a estudar a possibilidade de recrutar uma parte dos formadores através da Plataforma Eletrónica da Educação e estima que numa fase experimental, até final do ano, sejam contratados 1000 professores.

Fonte do IEFP disse hoje à agência Lusa que a solução para o recrutamento dos formadores para as componentes sociocultural e científica (professores) está ainda a ser estudada, estando prevista uma decisão sobre o assunto no final de setembro ou no início de outubro.

Se o recrutamento através da Plataforma Eletrónica da Educação se concretizar, funcionará até ao final do ano num período experimental, que será posteriormente avaliado.

A Plataforma Eletrónica da Educação é o meio através do qual os professores validam a sua candidatura ao concurso nacional para a sua colocação nas escolas.

Segundo uma informação escrita do IEFP à Lusa, este procedimento garantirá uma "maior racionalidade e equidade no processo de contratação de formadores", uma vez que se trata de um concurso aberto a todos, independentemente de terem ou não vínculo à administração pública, apesar destes manterem prioridade.

Para o instituto, a medida irá "aumentar os padrões de qualidade no desempenho dos formadores, fomentando uma relação pedagógica mais estável e profícua com os formandos e com os centros de formação profissional do IEFP".

Desta forma, passa-se "do paradigma por ação de formação (muito instável) para um vínculo mais estável, por um determinado período de tempo, onde podem intervir em diferentes ações de formação e desenvolver outras tarefas essenciais ao nível de gestão e organização da formação".

Até agora, a contratação de formadores, em todas as componentes, obedece às regras da contratação pública e é feita "de forma direta e autónoma" pelos centros de formação do IEFP.

Os formadores da componente tecnológica (com um domínio das competências específicas das profissões), atendendo à flexibilidade da oferta de formação do IEFP e à necessidade de um permanente ajustamento às exigências do mercado do emprego, continuarão a ser contratados em regime de prestação de serviços.

Em comunicado enviado à Lusa, um grupo de formadores externos do IEFP, de vários locais do país, manifestou-se preocupado com as alterações no processo de recrutamento para a formação base, temendo que esteja a ser feita a "dispensa silenciosa" de centenas de formadores.

"Até ao momento, por parte do IEFP, ninguém nos confirma, desmente ou comunica coisa alguma, contudo, deixámos de ser contratados desde inícios de julho, mesmo que nos tenham sido feitas as respetivas consultas, e os contratos neste momento já não estão a ser celebrados, encontram-se suspensos sem terem sido dadas explicações. Isto é, começou a nossa dispensa silenciosa depois de anos de trabalho nesta profissão", lê-se no documento.

Sobre este assunto, o IEFP considerou tratar-se de um "alarmismo injustificado", e referiu que os formadores contratados em regime de prestação de serviços "nada têm a temer, pois são indispensáveis, hoje e no futuro, aos processos de qualificação dos portugueses".

Lusa/Fim

atualizado em Segunda, 10 Setembro 2012 06:55