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Formadores querem revogação de concurso que deixa 12 a 14 mil profissionais no desemprego PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Lusa   
Sexta, 01 Março 2013 18:10

Formadores em vigília junto ao Instituto de  Emprego e Formação Profissional, no Porto, exigiram hoje a revogação de  um concurso de recrutamento de docentes e formadores, alertando que entre  12 mil a 14 mil formadores vão ficar no desemprego.

Vestidos maioritariamente de negro, envergando balões - também eles  pretos - e com velas na mão, mais de uma centena de formadores concentram-se  hoje em frente às instalações da Delegação Regional do Norte do IEFP.

 

 

Em causa, está um concurso de recrutamento de docentes e formadores,  para o período entre 2013 e 2015, que estes profissionais denunciam que  não foi transparente já que as regras mudaram "a meio do jogo".

"Os destinatários do concurso foram alterados a meio e no último dia  as regras foram alteradas. Desde o início que não foi transparente e, com  essa alteração, passaram a estar incluídos docentes contratados que não  estavam na abertura inicial do aviso", explicou aos jornalistas uma das  formadores presentes, Rosa Aires.

Clarinda Pinto avançou que entre "12 mil a 14 mil formadores ficaram  no desemprego" na sequência deste concurso, criticando ainda o facto de  docentes e formadores serem tratados de forma diferenciada.

"A questão da contagem do tempo de serviço é fulcral. Pedimos as mesmas  condições para que possamos concorrer em pé de igualdade. Sentimo-nos maltratados,  injustiçados, indignados, desrespeitados", lamentou.

Márcia Monteiro foi perentória: "o que nos interessa é que o concurso  seja revogado e eventualmente seja feito um novo concurso".

A formadora pede assim um "novo concurso com as regras explícitas no  início e iguais para todos".

Clarinda Pinto explicou ainda que apenas um partido -- PCP - se mostrou  disposto a ajudar os formadores, tendo pegado no caso e colocado "uma série  de questões ao Ministério da Educação e ao Ministério da Economia".

"Essas questões já foram colocadas, estamos a aguardar a resposta e,  provavelmente, a discussão delas em plenário da Assembleia da República  seria uma mais-valia para nós", sublinhou.

O problema, segundo estes profissionais, é o tempo uma vez que os selecionados  pelo concurso começam a trabalhar a 1 de março.

"O ideal seria a suspensão deste concurso. Não sendo, possível há uma  outra possibilidade de remediar esta situação que seria antecipar o próximo  concurso bastante", observou Clarinda.

atualizado em Sexta, 01 Março 2013 18:19