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Governo admite recorrer a professores dos quadros para formação de adultos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Jornal de Noticias   
Quarta, 30 Janeiro 2013 10:51

O Governo admitiu esta terça-feira o recurso a professores dos quadros do Ministério da Educação para a formação de jovens e adultos que procurem os novos centros que vão substituir a rede de Centros de Novas Oportunidades.
"A colocação de professores neste tipo de oferta significa que estamos a promover o emprego desses professores. A resposta, quer seja no ensino profissional, quer nos EFA (Cursos de Educação e Formação de Adultos), ou outro tipo de formação, (faz com que) garantamos também por essa via o emprego dos professores, não vindo nenhum mal ao mundo", disse esta terça-feira o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, no parlamento.

 

O secretário de Estado esteve esta terça-feira numa audição conjunta com o secretário de Estado do Emprego, Pedro Silva Martins, na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, na Assembleia da República, a propósito da reestruturação dos Centros de Novas Oportunidades (CNO), a ser substituídos por uma rede de 120 Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP).

João Grancho admitiu também que a nova rede de CQEP "mais pequena", vai necessitar de técnicos, mas já não como formadores, ainda que tenha deixado a garantia de que serão respeitados os direitos dos técnicos e formadores que têm contrato no âmbito dos CNO ainda em funcionamento.

João Grancho sublinhou o caráter de "plataforma de encaminhamento" para jovens e adultos que o Governo pretende dar aos CQEP, que não tendo em si capacidade formadora instalada, vão funcionar como orientadores para percursos educativos e formativos de acordo com as ofertas existentes a nível nacional.

Se para os jovens, sublinhou o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, o objetivo é orientar o percurso educativo e formativo, consoante estejam ou não ainda em idade de escolaridade obrigatória, para os adultos a meta é "reforçar as competências para incrementar a sua empregabilidade", apesar do contexto de crise económica e de previsões de aumento da taxa de desemprego.

Os CQEP deverão entrar em funcionamento em abril de 2013, substituindo os CNO, autorizados a manter-se em atividade até 31 de março, desde que financeiramente autossuficientes, informou o Governo, no final de dezembro.

A nova rede de CQEP vem substituir a rede de CNO ainda em funcionamento e com prazo de encerramento estipulado para o final de 2012, tendo agora autorização para se manter até 31 de março de 2013, o que representa um segundo adiamento no encerramento que já esteve previsto para agosto deste ano.

De acordo com o comunicado emitido em dezembro, os CNO e as suas entidades promotoras "que disponham de condições de autofinanciamento poderão dar continuidade à sua atividade, até 31 de março, devendo focar-se na conclusão dos processos de RVCC (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências) em curso (certificação escolar e/ou profissional)".

 

 

 

atualizado em Quarta, 30 Janeiro 2013 10:57